terça-feira, 10 de setembro de 2013

80% dos padres são favoráveis a renúncia de Dom Fernando bispo da Diocese do Crato



Hoje paira sobre a Diocese do Crato denúncias da prática de “Estelionatário e formação de Quadrilha,” envolvendo o bispo, 03 sacerdotes e 01 leigo, que estão sendo acusados de emitirem documentos fraudulentos para hipotecar, vender e/ou comprar terras e imóveis diocesanos, e cobrar aluguéis indevidos. O fato foi levantado pela Polícia, enquanto o Ministério Público fez surgir essa primeira hipótese tendo apresentando denúncia à Justiça.
Diante dos fatos, a sugerida e iminente renúncia do bispo Fernando Panico é um ato irreversível. Porquanto, noutra vertente, uma enxurrada de fatos desprezíveis acumula descrença e desprestígios para o clero e a própria igreja, que diariamente pede para ser animada pelo mundo inteiro.
Desde o primeiro momento que chegou ao Crato, em 2001, o bispo Fernando Panico vem realizando um danoso e desastroso episcopado com atitudes que atinge o conceito, o patrimônio e a sustentabilidade da Igreja Católica.
As passeatas, as companhas da imprensa e os movimentos sociais, são para que a Igreja Católica não seja deteriorada, nem abatida em sua estrutura secular.  As rejeições ao bispo Dom Fernando surgiram desde sua chegada há 12 anos e perduram porque nunca surgiram sinais de um espírito apascentador para uma maior consolidação da igreja em torno do povo.
Toda vez que sua reverendíssima Fernando Panico vem a público dizer alguma coisa é com ofensivas, ultrajes e afrontas.
Demorou mais de uma década para que a maioria do clero e do povo tomasse consciência dos desmandos e se posicionasse contra as atitudes e modos de um homem supostamente aureolado e protegido pela roupagem e o honorífico rótulo de bispo.

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