terça-feira, 30 de agosto de 2011

HUMOR: Calma Magali...

No supermercado, uma mulher faz compras com a filha pequena. Ao passar pela gôndola dos doces, a garotinha quer levar alguns doces, a mãe não deixa e a menina abre um berreiro.
- Calma, Magali! Só faltam mais alguns minutos. Fica quietinha!
Pouco depois, a menina quer um caderno com o Pato Donald, a mãe diz que não e lá vem berreiro.
- Comporte-se Magali! Só falta passar no caixa e logo iremos para casa!
Na boca do caixa a menina quer comprar chicletes. Novo berreiro!
- Fica quietinha, Magali! Já estamos terminando!
Quando está pagando a conta, um rapaz atrás dela comenta:
- Parabéns! Eu estava próximo da senhora e pude perceber o quanto a senhora foi paciente com a pequena Magali...
- Magali sou eu! A minha filha chama-se Cintya!

Prefeito Samuel Araripe solicita ao DER abertura de retornos na Avenida Padre Cícero

O prefeito do Crato, Samuel Araripe, enviou oficio ao gerente do 10º Distrito, do Departamento de Estradas de Rodovias (DER), Luiz Salviano de Matos, solicitando providências necessárias para abrir retornos na Avenida Padre Cícero, na CE 292, que liga Crato a Juazeiro do Norte e que possibilitem o acesso aos bairros localizados no itinerário da citada rodovia. Essa mudança é para não ter que forçar os transeuntes a direcionar-se, primeiramente, a Juazeiro, para só depois voltar as suas casas localizadas nos bairros cratenses, pois os canteiros que seguem a referida CE foram fechados. O prefeito cita na solicitação que no trecho da mesma avenida que compreende a cidade juazeirense, alguns retornos foram preservados, facilitando o acesso dos moradores residentes nos dois lados da CE. Samuel Araripe pede que a mesma atenção seja dada a comunidade cratense.

O motorista Vicente Aloísio do Nascimento, que mora no bairro Muriti, disse não entendeu a decisão da desativação dos retornos, pois, segundo ele, se foi em nome da segurança, o DER precisa melhorar a sua engenharia de trânsito. A dona de casa, Marinalva Lima de Menezes, que mora no Bairro São Miguel e precisa ir ao Bairro Barro Branco todos os dias, conta que está se sentindo prejudicada com a decisão do DER e prometeu fazer uma manifestação pública, para que os retornos sejam abertos. Flavio Agostinho Pereira Mendes mora no Sítio São José e disse que a desativação dos retornos foi uma medida antipática contra o Crato, e que as autoridades do município não devem fechar os olhos a tanta grosseria.

O líder do prefeito Samuel Araripe, na Câmara Municipal, vereador George Macário, prometeu fazer pronunciamento na tribuna da casa em protesto contra o que ele chamou de desrespeito para com a população, notadamente aos moradores dos Bairros e comunidades próximos a Avenida Padre Cícero. Disse o vereador que o DER deveria ter ouvido primeiro, antes da decisão, os usuários e os gestores públicos do município cratense.

Cena caricata na igreja do santo

Por Humberto Pinho da Silva

Entre os amigos de infância, havia um, por quem tinha peculiar amizade: o Frei Martinho.
Frei Martinho Manta era um modesto filho de S. Francisco, que em anos de juventude fora sapateiro. Quando o conheci, era o velho frade, homem sisudo, e tinha por principal missão guardar a portaria do conventinho da Capela doa Anjos, no Porto.
Não era senhor de muita escolaridade, mas polira-se no convívio dos irmãos na Fé e cultivara-se com os padres mais letrados. A superior inteligência e agudeza de espírito, permita-lhe palestrar com elegância, graça, e até erudição.
Como bom franciscano que era, assentou visitar a Porsiúncula; e uma vez em Itália, manifestou desejo de ir a Pádua, visitar o Santo, por quem tinha respeito e especial veneração.
Aprazou com Frei António, que na época vivia no mosteiro, anexo à Basílica de Santo António, na via Merulana, e anos atrás seu companheiro de noviciado, em Varatojo, para preparar-lhe viagem e alojamento
Após calcorrear os escaninhos do Vaticano, e orado diante do túmulo do Apóstolo S. Pedro, assentou com o Irmão António, ir a Pádua, deprecar junto do tumulo do Santo.
Prontamente Frei António acedeu, e transportou-o na sua viatura.
Penetrou, fervendo em devoção, Frei Martinho, na célebre igreja e respeitosamente avizinhou-se do túmulo.
Como observasse fiéis a colarem a fronte ao mausoléu, não hesitou a seguir-lhes a postura.
Terminada a oração, acercou-se do amigo, que cavaqueava alegremente com irmãos, filhos do venerando S. Francisco, e indignado, verifica que numerosos frades mal disfarçavam as risadas, acabando por explodirem em estridente risota, em local que devia ser santo.
Foi então que Frei António, explicou-lhe, em risos, que os jovens fieis que encostavam a testa ao tumulo, oravam para rogarem a intervenção do santo na busca de namorado/a.
Imaginem, agora, os leitores, o que pensariam os crentes ao presenciarem um frade, entrado em anos, trajado a rigor, com a fronte colada ao túmulo!
A concluir, falta-me esclarecer que Frei Martinho Manta O.F.M., era alentejano, natural de Moura, e faleceu na enfermaria do Colégio de Monteriol, em Braga, a 29 de Julho de 1996.
Frei António, oriundo de Vila Pouca de Aguiar, serviu a Ordem e a Igreja, em Roma, e faleceu no Porto.

Humberto Pinho é renomado jornalista português, residente em Porto-Portugal e eminente colaborador desta Gazeta de Notícias

humbertopinhosilva@sapo.pt

Sou filha do Rei

Nasci na terra da luz
Pegando sol na moleira
Tomando banho de açude
Pulando da ribanceira
Brincando de tibungar
Nos rios do meu lugar
Na meninice brejeira.

Em noite de lua cheia,
Sob o luar do sertão
Serenatas escutei
Nos acordes da paixão
Presente de namorados,
Poéticos, apaixonados,
Escravos do coração.

Feliz eu era e sabia
Nas terras de Alencar
No leque da carnaúba
Ouvia o vento cantar
Assobiando bonito
No entre palmas um agito
Formando um grácil bailar.

Nasce detrás de um serrote,
O rei sol na minha terra,
Mas na boquinha da noite
Quanta beleza ele encerra
Com a sua vermelhidão
Tinge de rubro o sertão
E se esconde atrás da serra.

No sertão do Ceará
Eu nasci e me criei.
Já andei por muitos reinos
Mas lá sou filha do rei!
No condado de Ipueiras
Depois de romper barreiras
Meu palacete montei.

Dalinha Catunda é poetisa, cordelista cearense da cidade de Ipueiras na região norte do Ceará, reside no Rio de Janeiro, e colabora sistematicamente com a Gazeta de Notícias

sábado, 27 de agosto de 2011

A Bella da Semana

Nome:
Suzana Loewen.
Data e local de nascimento: 15/08/1980, em Blumenau (SC).
Cidade onde mora: Blumenau (SC).
Signo: leão.
Medidas
Altura: 1,72m
Quadril: 98cm
Cintura: 75cm
Busto: 96cm
Pés: 37
Tem algum apelido? Loe
Sonho de consumo: viajar pelo mundo.
Maior loucura que já fez na vida:
abrir mão das minhas estabilidades e correr atrás dos meus sonhos.
Qual é a sensação de ser muito, mas muito gostosa?
Satisfação.
Em três palavras, como você se definiria?
Sensata, determinada, carismática.
Tem alguma mania?
Maquiagem.
Estuda? Odontologia.
Alguma mulher já deu em cima de você?
Sim. Encarei com naturalidade. Mas tenho minha opção bem definida.
Como foi o seu primeiro beijo? Inusitado!
Já realizou uma fantasia erótica de algum homem?
(risos) deixa para lá!
Qual é a melhor forma de enlouquecer um homem na cama?
Conhecendo-o muito bem.
O que a excita?
Conhecer coisas novas.
Se a sua calcinha falasse, o que ela diria agora?
Muito cuidado! (risos).
Em que lugar você gostaria de fazer amor?
Nas nuvens...
Qual é a parte mais gostosa do seu corpo?
Não existe uma parte que mais gosto, o conjunto me satisfaz.
Já tinha feito algum ensaio sensual antes?
Não, é minha primeira vez.
Como foi fotografar para o Bella da Semana?
No princípio foi difícil, mas com uma equipe boa ficou mais fácil. O resultado disso tudo vocês estão vendo...

Inserção de fotos autorizadas pelo site A Bella da Semana. Clique no link abaixo para ver mais mulheres exuberantes:

http://www.belladasemana.com.br/modelos/suzana-loewen/perfil



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Repetindo Collor?

Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, fim de tarde amarelado da última quinta-feira, 11 de agosto de 2011. Numa caríssima cafeteria no último andar, um famoso senador da base aliada, com a Bíblia aberta sobre a pequena mesa, pregava a alguém que parecia ser um parente ou assessor (ou ambos!). Minutos depois, um renomado deputado federal, também governista, se achegou à dupla e pediu um café-com-leite. Depois de muitos risos e cumprimentos políticos falsos, do tipo “tapinha nas costas”, a chapa esquentou. O assunto não poderia ser outro: o estilo nada diplomático da presidenta Dilma Rousseff.

O deputado desancou em lamúrias. Reclamou que Dilma não o recebe, que o gabinete presidencial não retorna suas ligações e que, mesmo ocupando um espaço importante nas lideranças do Congresso Nacional em uma das maiores legendas, a presidenta insiste vê-lo apenas como um membro insignificante do baixo clero. A única reação esboçada pelo senador foi arquear uma das sobrancelhas e fazer aquela cara de quem diz: “Que coisa, né?! Fazer o que?!” O deputado seguiu seu novelo de protestos, como que falando a um interlocutor direto da Presidência. Bastante indelicado, o senador baixou a cabeça e voltou atenção para um ofício à sua frente. Instaurou-se à mesa aquele clima de visível desconforto.

O parlamentar não se fez de rogado e bradou, em tom quase ameaçador: “Olha, já são rotineiros os comentários na Câmara de que a presidenta não vai concluir o mandato. A coisa está ficando feia!” O senador ergueu a cabeça e, finalmente, parecia lhe dar a devida atenção: “Quem está falando isso?”, perguntou. O deputado sorriu: “Todo mundo! A mulher está esticando a corda e vai arrebentar! A base está uma zona, está caindo! Por enquanto, o protesto é não votar nada. Mas, pode apostar, a casa vai incendiar quando começar a rebelião de votar. Vai arrebentar o governo!” Ambos seguiram em prosa tensa, até que deputado concluiu: “Até o Collor está dizendo que já viu esse filme antes. O presidente Lula precisa entrar rápido nesse circuito, senão vai dar curto!”

Diálogos como esse ganham cada vez mais força nos corredores palacianos. O estilo pouco político, nada diplomático e totalmente intransigente de Dilma Rousseff está fazendo insurgir uma horda de revoltosos, dispostos a colocar a cabeça da presidenta a prêmio. Deputados e senadores estão furiosos com o descaso às demandas e uma total falta daquele “afeto-politiqueiro-paternalista” que lhes era disposto pelo ex-presidente Lula. Ministros, governadores e prefeitos estão revoltados com a centralização administrativa da presidenta, que tem travado a máquina e engavetado milhares de projetos considerados estratégicos em véspera de eleições municipais. Até o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, estaria demonstrando aborrecimento com o fato de Dilma sequer retornar seus telefonemas. A classe política está realmente assustada.

Como todo político revoltado torna-se um potencial falastrão, o que antes eram apenas conversas ao pé do ouvido, agora já são debates megafônicos nos cafezinhos de aeroportos. Diariamente munida pelos próprios aliados, a imprensa já ressoa verdadeiras pérolas do cenário político no Palácio do Planalto, em especial aquelas que tangem sobre o perfil duro e repressor de Dilma. Um clássico recente, que movimentou uma conversa entre jornalistas na TV, narra o dia em que a presidenta mandou o general-ministro José Elito Siqueira, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, sair do elevador para que ela subisse sozinha.

Nesse bojo, a semana começou com um jornalista revelando um suposto livro em construção com as reprimendas da presidenta aos seus principais auxiliares. Entre elas, destaca-se o tratamento destinado a três ministros de Estado: o dia em que Dilma mandou a ministra Maria do Rosário calar a boca; a ameaça ao ministro Antônio Patriota de colocar na rua toda equipe daquilo que teria chamado de “Itamarateca”; e o deboche à ministra Ideli Salvatti, que já na primeira coletiva como titular das Relações Institucionais, só falara bobagens. “Imagine nas próximas...”, teria dito Dilma em reprovação à atuação de sua ministra.

Esse clima tensionado pode até refletir uma presidenta forte e disposta a não ficar presa aos afagos medíocres que perpassam a história política brasileira. Em tese, isso parece ser positivo, visto o péssimo nível dos membros dos poderes instituídos na República. Mas só em tese. Porque na vida real, com o presidencialismo franciscano praticado em Brasília, o extremo loteamento fisiológico da máquina administrativa e a avalanche ininterrupta do casos de corrupção endêmica, esse estilo radical coloca a gestão Dilma Rousseff em perigo real e imediato. Da fantasia de “faxineira”, pode migrar para o posto de “faxinada”. A presidenta não está repetindo a história do filme protagonizado pelo ex-presidente Collor. Mas, nessa toada, seu fim tende a ser o mesmo: o impeachment.


HELDER CALDEIRA - Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista
www.magnumpalestras.com.br – heldercaldeira@estadao.com.br
*Autor do livro “A 1ª Presidenta” (Editora Faces, 2011, R$ 29,90), primeira obra publicada no Brasil sobre a trajetória política da presidente Dilma Rousseff e que já está na lista dos livros mais vendidos de 2011 no país.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Liberados R$ 87 milhões para escolas públicas de todo o país

Recursos de R$ 87,06 milhões do Programa Dinheiro Direto na Escola estão à disposição de associações de pais e mestres ou conselhos escolares das instituições públicas de todo o país. O dinheiro deve ser aplicado na contratação de serviços e na aquisição de materiais permanentes e de consumo para as atividades escolares. Pode ser usado também no ressarcimento de despesas com transporte e alimentação de monitores.

SAIBA MAIS desta notícias clicando no título acima

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Conversa com a Presidenta


Coluna semanal da Presidenta Dilma Rousseff

Maria da Glória Souza, 62 anos, aposentada de Fortaleza (CE) – A construção da usina Belo Monte não vai afetar o meio ambiente e os índios daquela região?

Presidenta Dilma – Maria, Belo Monte será um empreendimento fundamental para o desenvolvimento da região e do país, e o reservatório não vai atingir nenhuma das dez terras indígenas da área. Os povos indígenas não serão removidos de suas aldeias. Belo Monte talvez seja o empreendimento que mais se cercou de cuidados em relação às comunidades indígenas e ao meio ambiente. Desde o início, realizamos 38 reuniões de esclarecimentos e de consultas nas aldeias da área, além de quatro audiências públicas na região, que atraíram mais de 8 mil participantes. O resultado foi a reformulação do projeto original. Por exemplo, a área de inundação foi reduzida em aproximadamente 60%. O Estudo de Impacto Ambiental da Usina prevê a implantação de Unidades de Conservação que totalizam 280 mil hectares de florestas. A hidrelétrica terá um canal ou escada de peixes, para não interromper a piracema. Em ações de compensação e mitigação dos impactos socioambientais na região serão investidos R$ 3,2 bilhões. E começamos a implementar o Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu, com orçamento de R$ 500 milhões. O objetivo é levar à região investimentos sociais e de infraestrutura fundamentais para melhorar a qualidade de vida da população local.

Roberto de Souza Falci, 61 anos, aposentado de Belo Horizonte (MG) – Os médicos não têm interesse em trabalhar no interior. Isso provoca uma grande procura e um grande congestionamento nos hospitais dos grandes centros. O que fazer?

Presidenta Dilma – Uma das prioridades do governo federal, Roberto, é exatamente combater os desequilíbrios regionais na oferta de serviços de saúde. O Plano Nacional de Educação Médica, parceria do Ministério da Saúde com o da Educação, está em fase de elaboração e, entre outros pontos, vai distribuir as vagas de graduação e residência de forma equilibrada pelo país. Entre as ações em andamento, cito o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde, que concede 11 mil bolsas por mês para professores, estudantes e profissionais de saúde em cursos voltados para as necessidades efetivas do SUS. O Pró-Residência oferece mensalmente mil bolsas de residência para locais com falta de especialistas. Com o Programa Nacional Telessaúde Brasil, especialistas orientam, a partir de centros de referência e por telemedicina, os profissionais que estão em contato direto com o paciente. Pesquisa do Ministério da Saúde revelou que, na opinião de 67% dos médicos, o Telessaúde possibilita um atendimento melhor por conta da assistência de outros profissionais, facilitando a permanência em locais distantes dos grandes centros. Outra iniciativa: o governo federal vai dar descontos nos financiamentos concedidos aos estudantes que, depois de formados, prestarem serviços em locais com carência de profissionais. Para cada mês de trabalho, haverá redução de uma parte da dívida. Com estas iniciativas vamos mudar este quadro de vazios assistenciais que ainda existem no Brasil.

Raimunda Janete A. e Silva, 41 anos, advogada de Florianópolis (SC) – Na segunda fase do Minha Casa Minha Vida, as mulheres poderão ser titulares das suas casas?

Presidenta Dilma – Desde o seu lançamento, o programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) previa atendimento especial às mulheres chefes de família. São elas, Raimunda, as que mais precisam de apoio porque, além de cuidar da casa e dos filhos, têm maiores dificuldades no mercado de trabalho. Durante a implementação do MCMV foi constatado, no entanto, que havia muitos casos em que as mulheres eram as chefes de família, mas seus lares haviam sido abandonados pelos maridos. Elas continuavam legalmente casadas, ou seja, necessitavam da assinatura do cônjuge, o que dificultava o acesso ao programa. Com o MCMV 2, as mulheres passaram a ter o direito de assinar os contratos independentemente do seu estado civil. A medida vale para a faixa inferior de renda, de até R$ 1.600,00 mensais. Esta é a faixa da maior parte das moradias. Dos 2 milhões de unidades habitacionais do MCMV 2, previstos para o período 2011-2014, nada menos que 1,2 milhão (60%) está sendo destinado a esta faixa de renda. O investimento total do programa será de R$ 125,7 bilhões, dos quais R$ 72,6 bilhões são para subsídio, com recursos do orçamento da União, e R$ 53,1 bilhões para financiamento com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).




terça-feira, 2 de agosto de 2011

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

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