terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Bispo do Crato desmente jornal O Povo: diz nunca ter sido ameaçado de morte e assume que Diocese passa Cheques sem fundos

No encontro do Clero Dom Fernando falou sobre ataques a sua pessoa. 
Durante o encontro anual do clero da Diocese do Crato, aberto na manhã desta quarta feira no Centro de Expansão Dom Vicente, o bispo dom Fernando Panico falou sobre a aprovação pelo Vaticano da abertura do processo de beatificação da menina Benigna. Dom Fernando também falou sobre os ataques que estão sendo focados sobre sua pessoa, afirmando o seguinte:
“Aproveito essa oportunidade para discorrer ligeiramente sobre um assunto que tem sido de muito sofrimento para mim, como também para a equipe que trabalha comigo na cúria diocesana. Trata-se do atual processo judicial, sobre a usurpação de um terreno pertencente à Igreja Católica, localizada na cidade de Juazeiro do Norte. Creio que o assunto já é de amplo conhecimento de todos os senhores. Acredito que todos os conhecem as origens desse problema. As pessoas que providenciaram a escritura de toda extensão do terreno, ao invés de escriturar apenas a faixa que teria sido vendida por monsenhor Murilo de Sá Barreto, desde o início desse processo, vem desviando o foco das razões que levaram a Diocese do Crato a ingressar na Justiça para reaver o terreno de sua propriedade. Sentindo a fragilidade dos argumentos de sua defesa financiaram através de dois pequenos jornais editados em Juazeiro do Norte, uma campanha de aleivosias, não contra a Diocese do Crato que é autora da ação, e sim contra a pessoa do bispo. Inicialmente inventaram que eu havia chamado de estelionatário o saudoso Padre Murilo, pessoa por quem sempre tive estima, tanto que consegui para ele o título de monsenhor. Durante certo tempo esses dois jornais e eventualmente uma emissora de rádio de Juazeiro do Norte, assacaram essa calúnia contra mim. Como ela não obteve ressonância junto à opinião pública daquela cidade, os usurpadores do terreno foram mudando a tática, mas sempre evitando falar sobre o processo de como foi lavrada à escritura das terras existentes em nome de São Miguel e Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, como consta na documentação original do terreno. Nos últimos tempos, disse Dom Fernando, novas infâmias e difamações foram publicadas contra minha pessoa. Caluniara-me de dilapidar o patrimônio da Diocese, quando ocorreu justamente o contrário. O ecônomo da Diocese vai mostrar durante esse encontro com documentos verdadeiros, à evolução desse patrimônio que hoje é bem maior do que quando assumi a Diocese do Crato. Violaram dados confidenciais do serviço de proteção de crédito. Contrariando as leis de sigilo fiscais do país, e acusaram a Cúria Diocesana de emitir cheques sem fundo. Mesmo sabendo que o CGC da Diocese é usado pelas 54 paróquias que compõem a nossa igreja particular. Por uma questão de ética nunca viemos a público esclarecer quem tinha emitido esses cheques, utilizando o CGC da Diocese ou quem deixou de honrar compromissos financeiros. Esses jornais nanicos publicaram que eu teria dito ter sido ameaçado de morte. Nunca afirmei isso. E nunca registrei BO em nenhuma delegacia de polícia com tal teor. Caluniaram-me de muitas outras coisas. Tudo sofri calado, até que a taça da maldade transbordou e me obrigou a entrar com uma ação judicial de reparação por calúnia, injúria e difamação que corre na segunda vara da Comarca do Crato contra um dos jornais. Graças a Deus durante todo esse estrondo publicitário, feito contra minha honra pessoal, recebi inúmeras manifestações de solidariedade, tanto do povo simples que redobrou por onde eu ando nas minhas atividades pastorais, com o carinho que sempre nutriu por minha pessoa. Também recebi manifesto de solidariedade assinados por instituições, como a coordenação da Quarta Ampliada Nacional que prepara o 13º
  Intereclesial Nacional. Manifesto da Associação dos Liturgistas do Brasil, Rotary Club dentre outros, além de muitas visitas, cartas e telefonemas de apoio. Esta semana deverá ser publicado no Site da CNBB um manifesto de solidariedade a minha pessoa. A todos esses cireneus que solidários ajudaram a levar essa cruz, o meu mais sincero e reconhecido agradecimento,” finalizou dom Fernando Panico.
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