
Ceará despreocupadoO fato de estar fora da programação anunciada pela Sudene, no entanto, não incomoda a presidente da ZPE cearense.Para Cristiane Peres, a volta do coreano ao Estado demonstra um retorno da viagem dela e da comitiva do governo do Ceará no fim do ano passado. "Um dos poucos estados visitados antes da realização do estudo foi o Ceará, ainda em novembro do ano passado e antes da nossa ida à Coreia", ressaltou. Ela ainda contou da ida dele a Pernambuco - "mais por a Sudene ser sediada". Já ao visitar a Coreia do Sul, ela disse ter focado nos benefícios proporcionados com a troca de experiências com aquele país.Ainda de acordo com Cristiane, ela e representantes cearenses estarão na apresentação do estudo que a comitiva fará em Recife. Segundo contou, o levantamento é um comparativo entre o modelo de lá com o modelo daqui, avaliando quais adaptações poderão ser feitas para contribuir com melhor desempenho da ZPE brasileira."A vinda dele para o Ceará servirá para conversarmos sobre o estudo e o nosso aprendizado depois da visita", declarou. A presidente do equipamento cearense apontou o interesse das ZPE´s coreanas em atrair investidores estrangeiros, gerar mais empregos para a região na qual está em operação, difundir e utilizar novas tecnologias como similaridades ao modelo vislumbrado para o Nordeste brasileiro.Na vinda ao Ceará, o representante da comitiva coreana ainda tem em sua agenda um encontro marcado no Banco do Nordeste do Brasil (BNB).O motivo da reunião, segundo contou Cristiane, também deve-se às ZPE´s nordestinas.
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