sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Universitárias se prostituem para pagar faculdade

Universitárias de enfermagem estão se prostituindo para poder pagar faculdade na cidade de Patos Paraíba.
Bonita, elegante e com 22 anos, é a jovem universitária de uma faculdade de Patos, que enfrentando dificuldades decidiu se prostituir para pagar os estudos. Ela faz de dois a três programas por dia, com um cachê que varia entre R$ 100 a 250. “Assim consigo ganhar dinheiro para pagar a faculdade e viver,” disse a universitária à reportagem.
É assim a vida de muitas outras estudantes da cidade, vendem, precisam vender o corpo para pagar o curso universitário.
Outros relatos são assuntos corriqueiros em Patos, sempre com a justificativa de que é para pagar a faculdade Quando os pais encontraram dificuldades financeiras, a prostituição é uma saída.
Essa mesma universitária disse ainda que contou para os pais que estava trabalhando em uma loja de confecções para justificar a ajuda financeira que passou a dar em casa.
Ao fim ela contou que coloca anúncios no orkut e os amigos passam o meu telefone para pessoas interessadas que ficam sendo meus clientes. Os clientes em geral são pessoas que têm em torno de 40 anos ou mais, são casados, portanto discretos, bem sucedidos e insatisfeitos com a relação com a esposa.
Uma dessas universitárias entrevistadas pelo repórter confessou que já precisou fazer aborto clandestino por duas vezes. "É difícil dizer de quem eu engravidei. Nesse tipo de vida, ariscamos demais", confessa ela, acrescentando que só tomou essa atitude para que seus pais não desconfiassem da sua condição, pois assim ela teria tempo para terminar os estudos.
Segundo uma dessas universitárias, quase todas as colegas escondem a condição de prostituta, tanto da família quanto de boa parte dos amigos. Elas relatam que não querem permanecer nessa vida para sempre.
As respostas variam de acordo com os projetos futuros de cada uma. É comum querer terminar os estudos, comprar uma casa e investir em novos caminhos da vida. No entanto, diz que os pais não sabem o que elas fazem em Patos para conseguir dinheiro.
Duas delas só aceitaram conversar com a reportagem depois de muita insistência e com a garantia de que seus nomes e outros detalhes de suas identificações não fossem revelados, nem que nada fosse gravado ou fotografado.
As duas negaram participar de alguma rede de prostituição na cidade e disseram que preferem realizar seus próprios contatos e negócios. "Conheço gente que estuda e faz programa com agenciadores, mas não vejo futuro nisso", disse uma delas.
Fonte: http://www.sertaoinformado.com.br
Enviado por José Romero Cardoso


NOTA DO BLOG
Meus caros Vicente Conserva e José Romero, essa realidade não é um caso isolado e peculiar a cidade de Patos na Paraíba, aqui em Mossoró - "Futura Metrópole do Brasil" - também vivenciamos com essa triste realidade.
O número de universitárias que estão pagando as mensalidades das universidades privadas com o próprio corpo na nossa amada e idolatrada urbe, cresce na mesma
proporção com que cresce o número de agenciadores - isto é - em progressão geométrica.
Pobre Mossoró!
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